Aproveito prap te falar de um ídolo (sim, eles ainda existem): Bartolomeu Campos de Queiros, escritor mineiro (claro!). É dele:
“É preciso que se compreenda a diferença entre ouvir e escutar. Ouvir é um fenômeno fisiológico. Escutar pressupõe tentar adivinhar o que está obscuro. Podemos estabelecer uma analogia com esse processo da escuta através dos conceitos da psicanálise: ego, o que eu conheço de mim; id, o que eu não conheço (vem pela arte); superego, o que gostaria de ser. O ego é o campo da dor, da alegria, da indiferença, dos medos. O eu é feito de pedaços do outro. Tudo é do outro. Escutar é permitir a presença do outro. O aluno que eu escuto vem morar em mim. A presença do outro me completa”.
05/10/2009 às 14:44
Navegando, te descobri. Muito boa a entrevista da Adriana. Ab
05/10/2009 às 14:49
Aproveito prap te falar de um ídolo (sim, eles ainda existem): Bartolomeu Campos de Queiros, escritor mineiro (claro!). É dele:
“É preciso que se compreenda a diferença entre ouvir e escutar. Ouvir é um fenômeno fisiológico. Escutar pressupõe tentar adivinhar o que está obscuro. Podemos estabelecer uma analogia com esse processo da escuta através dos conceitos da psicanálise: ego, o que eu conheço de mim; id, o que eu não conheço (vem pela arte); superego, o que gostaria de ser. O ego é o campo da dor, da alegria, da indiferença, dos medos. O eu é feito de pedaços do outro. Tudo é do outro. Escutar é permitir a presença do outro. O aluno que eu escuto vem morar em mim. A presença do outro me completa”.
02/12/2009 às 8:59
Tania,
bom te encontrar aqui também.
Beijo.
08/10/2009 às 6:21
Seu site/blog cada vez mais bonito! E, é claro, com rico conteúdo. Grande abraço de um antigo amigo blogueiro.