Trabalhar no magistério com alunos adultos é uma experiência que expõe o professor ao seu limite de expectativa na relação ensino/aprendizagem. As dúvidas parecem-nos inacreditáveis, a julgar aquele que se acostumou toda uma vida com a lida pedagógica com crianças e adolescentes. Leia o resto deste post »
A televisão acaba de anunciar. Não há mais como esconder, tudo estará acabado em aproximadamente cinqüenta minutos. Não há mais necessidade de publicidade, os principais canais estão veiculando o que querem, como querem, do jeito que querem. Mudei de canal, e lá estava minha atriz predileta, aquela gostosa fazendo sexo grupal com toda a equipe técnica e chamando um diretor, de que não me lembro o nome, de viadinho e de escroto. Leia o resto deste post »
E somos a todo instante instados a perceber a beleza no caos, porque o cosmos, nosso mundo ideal, é apenas o que nos move. Em absoluto, aquilo que se nos apresenta.
Quem leu Memórias póstumas de Brás Cubas deve se lembrar da passagem – aliás muito frequentada pelos críticos e professores de Literatura – em que o narrador protagonista amofina-se com a condição de Eugênia, a jovem a um só tempo, bela e coxa. Como poderia a natureza ser capaz de produzir tamanho desequilíbrio, ou aquele “imenso escárnio”? Uma coisa é certa, não é preciso ter um espírito ímpio como o do senhor Cubas para que, pessoas comuns, formulemos pensamentos semelhantes. Por que é tão difícil admitir e administrar a dialética humana? Eis aqui um bom exercício para produzir mais e mais sinapses.
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Antes de Cabral, Moreira Franco. A prática de tratar o professor com violência não é nova. Independente dessa ou daquela corrente ideológica, estão de parabéns os deputados estaduais Alexandre Molon – PT, Rodrigo Dantas – Dem, e Marcelo Freixo – PSOL. Estão ao lado do movimento dos professores da rede estadual.

Acrescentaria mais um estereótipo à lista da campanha Dois gritando de O Globo, publicada na edição de domingo, 20/09/2009: “Não respeita o padrão culto da língua, quando se faz necessário.”
Vejam, um dos estereótipos explorados apresenta um senão quanto ao uso esperado: “Respeita a lei desde que a lei não lhe atrapalhe.”
O verbo “atrapalhar” ainda é transitivo direto para tal uso, ali caberia: “Respeita a lei desde que a lei não o atrapalhe.”
Afora o vacilo da redação, a campanha é interessante e bem vinda!
A charge do Maurício Ricardo Quirino não é nova, mas continua atual, muito atual.
“o interesse do aluno é proporcional àquilo que sou capaz de tornar interessante”.
O exercício do magistério é mágico, desafiador, e, claro, muito cansativo. Desânimo é uma palavra, no mínimo, relevante na função de quem é professor, pelo menos das escolas de ensino básico. Desconfio que também para certo tipo de magistério praticado no nível superior. As motivações são várias, mas a relação aluno/escola estabelecida com as avaliações, para me limitar a um assunto, é um verdadeiro horror. Leia o resto deste post »
A gripe se arrastou lenta. O corpo mole, a voz pesada. Duas semanas, e entre vitamina C e cama, fui-me recuperando, até já sentir o gosto do mundo, mas ainda não era a mesma coisa de antes. O gosto não é completo quando não vem acompanhado pela capacidade de se perceber o mundo pelo nariz. Respirava limpo e a cabeça já leve. Tudo caminhava para a normalidade enfim. Leia o resto deste post »