Trabalhar no magistério com alunos adultos é uma experiência que expõe o professor ao seu limite de expectativa na relação ensino/aprendizagem. As dúvidas parecem-nos inacreditáveis, a julgar aquele que se acostumou toda uma vida com a lida pedagógica com crianças e adolescentes. Leia o resto deste post »
Antes de Cabral, Moreira Franco. A prática de tratar o professor com violência não é nova. Independente dessa ou daquela corrente ideológica, estão de parabéns os deputados estaduais Alexandre Molon – PT, Rodrigo Dantas – Dem, e Marcelo Freixo – PSOL. Estão ao lado do movimento dos professores da rede estadual.

Acrescentaria mais um estereótipo à lista da campanha Dois gritando de O Globo, publicada na edição de domingo, 20/09/2009: “Não respeita o padrão culto da língua, quando se faz necessário.”
Vejam, um dos estereótipos explorados apresenta um senão quanto ao uso esperado: “Respeita a lei desde que a lei não lhe atrapalhe.”
O verbo “atrapalhar” ainda é transitivo direto para tal uso, ali caberia: “Respeita a lei desde que a lei não o atrapalhe.”
Afora o vacilo da redação, a campanha é interessante e bem vinda!
A charge do Maurício Ricardo Quirino não é nova, mas continua atual, muito atual.